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01/04/2024 Secretaria Municipal da Saúde

Garibaldi reduz filas de espera por consultas, exames e cirurgias eletivas

No início de 2021, mais de 4,8 mil pacientes aguardavam consultas eletivas. Agora, há apenas 590 pessoas na espera

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Há três anos, Garibaldi enfrentava um problema comum entre as cidades gaúchas: contava com 4.898 mil pacientes aguardando consultas eletivas. A fila para a realização de exames e cirurgias também era extensa. Mas, com investimentos na saúde, o município conseguiu reduzir o tempo de espera da população para o atendimento eletivo. No dia 19 do último mês, 590 pessoas aguardavam a realização de uma consulta. Esse número reflete uma diminuição de 88%. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e compreendem o período de 1º de janeiro de 2021 a 19 de março de 2024.

Para que fosse possível a redução dessa estatística, o município realizou mais de 20 mil consultas nos últimos três anos. Em média, mais de 500 garibaldenses foram atendidos mensalmente. Nesse mesmo período, 41.336 exames foram realizados, sendo que somente em 2024, foram contabilizados 14.012 exames. Em 2021, mais de 1,7 mil pacientes estavam na fila de espera. Agora são 153 pessoas, chegando a 91% de redução.

No que diz respeito às cirurgias eletivas, Garibaldi tinha mais de 1,4 mil pacientes aguardando para realizar um procedimento em 2021. Em 19 de março, somente 246 pessoas aguardavam na fila. Esse dado demonstra uma queda de 83%.

Conforme a Secretaria da Saúde, a diminuição das filas de espera se deve a diferentes fatores, sendo um deles, o aumento do investimento em aquisição de consultas, exames e cirurgias de diferentes especialidades. Apesar da obrigatoriedade legal ser de 15% de investimento do total de recursos próprios, a Administração Municipal investiu 19,91% do seu orçamento de 2023 em saúde, o que representa cerca de R$30 milhões. O total de investimento na área (com repasses federais) foi de R$ 50,6 milhões.

Alta complexidade

É de responsabilidade do governo estadual a disponibilização de cirurgias em diversas especialidades de alta complexidade, como a oncologia, cardiologia, traumato-ortopedia, neurologia, nefrologia e oftalmologia.

Devido à grande demanda e a urgência dos casos, a Prefeitura tem investido recursos próprios para desafogar a fila de espera. Nos últimos três anos, das 39 cirurgias realizadas, apenas 18 foram custeadas pelo Estado, sendo o restante (21) pagas pelo Município.

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